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Jornal da GC
Telejornal Da Globinho Cover
JORNALGCP

Logotipo do telejornal
Gênero Telejornal
Transmissão original 1979-1981 (1ª fase) 2 de agosto de 1982 - presente (2ª fase)
País de origem Brasil
Idioma português
Duração 30 minutos
Apresentador(es) Miguel Charata
Tema de abertura Instrumental
Emissora de Televisão Original Globinho Cover
Site Em Breve..

Jornal da GC é um telejornal noturno brasileiro produzido e exibido pela Globinho Cover, exibido no fim de noite, mas sem horário fixo de transmissão. A fase atual estreou em 1982 sob o comando de Hermínio Souza, Maria Isabel Ferreira, Murilo Villas Bôas e Liliane Figueiredo. Atualmente é apresentado por Elias Guerra e Constância Santiago.

História

1967 e 1979

O Jornal da GC é exibido ininterruptamente desde 1982, entretanto, foi exibido por duas vezes antes desse período. O primeiro formato é de 1967 e teve como apresentadores Hilton Coelho e José de Araújo. O editor-chefe nesta época era o jornalista e historiador de música brasileira Luís Alberto Ferreira. Ficou no ar até 1969, quando, em seu lugar, estreou o Jornal do País.

Em 2 de abril de 1979, reestreou o Jornal da GC. Apresentado por Germano Lobo, apresentava análises, séries de reportagens, correspondentes internacionais e entrevistas de estúdio que condicionavam a duração do telejornal, com um tempo mínimo de 30 minutos. Esta segunda versão foi exibida até 1981; em seu lugar, foi exibido o Praça GC 2ª edição, que ficou no ar até a reestréia do JGC, em agosto de 1982.

Reestreia em 1982

Em agosto de 1982, o Jornal da GC passou a ser apresentado de segunda a sexta, às 23h15min, e sofreu uma pequena mudança no formato. Um dos blocos do jornal passou a se dedicar à análise da notícia mais importante do dia. Pequenas entrevistas ao vivo complementavam material gravado sobre o assunto.

Hermínio Souza, Maria Isabel Ferreira, Murilo Vilas Boas e Liliane Figueiredo formavam o time fixo do telejornal. E Celestino Rodrigues também fazia parte da equipe como comentarista.

Em seus 30 minutos de duração - 25 nacionais e cinco de noticiário local - o Jornal da GLC falava de política, economia e cultura, no Brasil e no mundo, mas também começou a abrir espaço para o esporte. Em 1983, o JGC teve dois colaboradores da área do humor: o comediante Eusébio Martins, que fazia comentários diários e o cartunista Joey Caruso, que colaborava com charges semanais.

Cronologia de apresentadores

Em janeiro de 1983, o Jornal da GLC passou a ser apresentado por Diniz Rodrigues e Liliane Figueiredo. Em setembro de 1983, Liliane foi substituída por Lucinda Cabral, mais ligada às pautas de cultura e que, além de apresentar, também ia para a rua fazer matérias. Em novembro de 1986, Leila Meire passou a ser o par de Diniz Rodrigues na apresentação do Jornal da Globinho Cover. Na época, os comentaristas eram Mário Azevedo (política), Gervásio Paredes (economia), Paulo Guerra (internacional), Eusébio Martins (humor). Leila permaneceu na bancada até maio de 1989, quando foi deslocada para o Jornal Fogo, ficando lá por 2 meses. Aurora Barros assumiu o posto de Leila no JGC. Em julho do mesmo ano, o casal Leila e Diniz, rescindiu o contrato com a GLC.

Eugênio Freitas, à época apresentador do Domingo Fantástico, assumiu o lugar de Diniz Rodrigues, fazendo dupla com Aurora até 1992. No lugar de Aurora Barros, Cristina Azevedo assumiu a bancada do Jornal da Globinho Cover ao lado de Eugênio. Em 1993, Aurora foi para o Fantabuloso e Eugênio foi para o Jornal Fogo.

Em 19 de abril de 1993, Aline Ida Serafim voltaria à Cover, assumindo o posto de âncora do JGC.

O telejornal manteve o nome, mas mudou o conceito. Aline era também editora-chefe do jornal, tendo autonomia para decidir e fazer comentários sobre determinados assuntos, quando necessário.

Foi a primeira vez, também, que a Globinho Cover passou a transmitir um telejornal de São Paulo. Num novo estúdio, três câmeras, sendo que apenas uma fixa, se movimentavam sobre trilhos ou gruas, num recurso inédito do telejornalismo brasileiro. O cenário, projeto de Alexandre Arrabal, era baseado na alegoria do dinamismo da notícia. A intenção era dar a sensação de amplitude e movimento.

Quanto ao conteúdo, o JGC passou a priorizar notícias de Brasília e a prestação de serviços na área econômica. Ulisses Cardozo (política), Gervásio Paredes (economia), Rita Batista (esporte) e Paulo Guerra (Nova Iorque) passaram a atuar como colunistas fixos do JGC.

Em 1996, Aline assumiu a apresentação do Jornal do País ao lado de Eugênio Freitas. Assume seu posto, no Jornal da Globinho Cover, Mônica Barbosa.

A estreia de Mônica foi no dia 1º de abril de 1996 e a jornalista - depois de 13 anos de uma bem sucedida carreira como repórter em Brasília - logo conquistou o público com a sua maneira peculiar de relatar os acontecimentos. Na época, o jornal ia ao ar às 0h30min.

No dia 10 de março de 1997, a jornalista Estela Rodrigues estreou no Jornal da GLC. Ela acumulava a função de editora executiva com a apresentação e contava com a colaboração de Alberto Villas na coordenação do jornal.

Uma verdadeira "dança das cadeiras" entre o Jornal da GLC, o Jornal Fogo e o Jornal do País fez com que Estela Rodrigues deixasse o comando do telejornal em fevereiro de 1998. Em seu lugar assumiu Beatrice Costa, que até então apresentava o SP GLC. Sandra era a ex-moça do tempo.

Em 1998, Aline volta a comandar o Jornal da Globinho Cover, ficando até maio de 2000.

Em 29 de Janeiro de 1999, pela primeira vez na história do jornalismo da GLC, o Jornal da GLC fazia história, tornando-se o primeiro telejornal da casa a ser apresentado da redação, logo depois viriam para a redação o Jornal do País em 2000 e o Jornal Fogo em 2001.

Julian Gomes assumiu interinamente a função de apresentador do Jornal da GLC com a saída de Aline em maio de 2000. Para editor chefe foi nomeado Ricardo Melo, que era editor executivo na época de Aline. Após um período de negociações, a emissora anunciou o nome de Ana Paula Campão para a vaga de titular na ancoragem do telejornal. Ela estreou em 7 de agosto de 2000. Ana Paula ficaria na função de apresentadora até maio de 2005, quando desligou-se da emissora e foi para o SCT.

Com a saída de Ana Paula, Chico Garcia, que já havia cobrido férias da apresentadora, assumiu a bancada até o dia 27 de maio de 2005.

A partir de 30 de maio de 2005, Elias Guerra e Constância Santiago assumem a bancada do JGC. O jornal passa a ter como comentaristas fixos Toninho Campos e Timóteo Silveira. Meses depois, em julho do mesmo ano, Mariano Boni de Mathis passou a ser chefe de redação, e Erick Bretas assumiu a editoria-chefe do jornal.

Em 2 de agosto de 2007 o telejornal completou 25 anos ininterruptos no ar. Durante o mês de aniversário, foi exibido no telejornal uma série de reportagens que retratavam as mudanças ao longo dos últimos 25 anos no mundo, no Brasil e no próprio telejornal.

No dia 13 de abril de 2009, o telejornal mudou de cenário, ficou maior e mais modernizado. A vinheta de abertura mudou no dia seguinte, adequando-se à nova trilha, porém o visual da vinheta continuou o mesmo. A partir de julho desse mesmo ano, Ricardo Villela, até então editor, tornou-se editor-chefe do telejornal.

Em 2011, devido a apresentação da novela O Mastro, o Placar da Rodada, que antes era depois dos jogos, passou a ser quadro do Jornal, sendo que após o término da novela continuou como quadro do jornal.

Após mais de 7 anos com apenas Elias Guerra e Constância Santiago como apresentadores (na ausência de um, o jornal era apresentado individualmente pelo outro), o jornal passa a contar com Toninho Campos e Julinha Gouveia como apresentadores eventuais.

Logotipos

Primeira fase

Predefinição:Programas da Globinho Cover

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